Mais 500 jovens ingressam no mercado de trabalho

Nos próximos dois anos, 500 jovens baianos terão a primeira experiência no mercado de trabalho. Eles foram convocados pelo Programa Primeiro Emprego, do Governo do Estado, que oferece vagas para estudantes oriundos de cursos técnicos da rede estadual, e irão trabalhar em órgãos públicos, 300 deles em Salvador e 200 no interior da Bahia. Chance de mostrarem tudo que aprenderam durante a Educação Profissional e de se prepararem para o futuro. Futuro que já começou nesta terça-feira (28), em evento realizado no Hotel Devile, em Itapuã, na capital baiana, onde os convocados foram recepcionados pelo secretário da Educação Walter Pinheiro e pelo governador Rui Costa.

Para o governador, o programa não oferece apenas oportunidade para aqueles que já concluíram seus cursos, mas um estímulo para os que estão na Educação Profissional. “Procuramos estimular o aumento do desempenho dos jovens nas escolas técnicas, já que a seleção depende do desempenho dos estudantes durante os três anos de curso, através de um ranking. Com isso, queremos dizer aos estudantes que só depende deles Esse é um programa social. O jovem terá todos os direitos garantidos, porque esbarramos na dificuldade de conseguir um emprego sem ter experiência, mas não tem ninguém oferecendo essa oportunidade. Agora é diferente. Estamos oferecendo esse primeiro passo”, explicou Rui.

Primeiro passo e mudança de vida para estudantes como a técnica em informática, Beatriz Stephanie Martins, 19 anos. Filha de mãe doceira e de pai segurança, ela afirmou que é o orgulho da família, que comemorou muito a primeira contratação. “Desde quando eu comecei o curso técnico, eles se preocupavam em como eu iria ingressar no mercado de trabalho, mas apostaram na minha educação e me incentivaram o tempo todo. A notícia de que eu tinha sido convocada e que começaria a trabalhar foi muito comemorada em casa. Eles ficaram muito felizes e eu também. Estou muito confiante que, mesmo depois desses dois anos, vai ser muito mais fácil conseguir um trabalho depois de ter acumulado experiência”.

Meta é oferecer emprego para nove mil jovens - Os jovens integram a segunda turma de convocados e somam-se aos 529 jovens selecionados na primeira turma e a outros 434 que já estão em processo de contratação. A ação é válida para os que terminaram o curso técnico a partir de 2015, e eles são contratados via intermediação da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), via o Sinebahia. Cerca de cinco mil jovens já se inscreveram pelo Portal da Educação ou o site do programa e os convocados estão sendo contactados pelo telefone. Por isso, é preciso estar com dados atualizados no site. Serão contemplados aqueles que tiveram o melhor desempenho dentro da sala de aula. Um ranking de rendimento foi elaborado pela Secretaria de Educação do Estado e reúne uma média de todas as notas obtidas pelo aluno durante o curso.

A meta do programa é oferecer o primeiro emprego para nove mil jovens oriundos da rede estadual de Educação Profissional, formados a partir de 2015. São 4.500 vagas entre novembro de 2016 a novembro de 2017, e outras 4.500 entre novembro de 2017 e novembro de 2018, no setor público. A oportunidade pode surgir em secretarias e órgãos do governo estadual, ou ainda empresas públicas e privadas, parceiras do programa. Até o momento, mais de 80 empresas privadas já manifestaram interesse em participar da iniciativa.

O secretário estadual da Educação, Walter Pinheiro, informou que estão sendo oferecidas vagas em todas as 1.300 escolas espalhadas em todo o estado. “Precisamos de jovens que vão trabalhar nas secretarias das escolas, na área de informática, que auxiliar efetivamente na área onde se formou na nossa rede. Estamos tentando trabalhar, por exemplo, jovens que se formaram em edificações, na área de construção civil, para atuar em estruturas como a Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento]”.

Segundo ele, há necessidade de alocação de jovens nos 417 municípios. “Mas não temos Educação Profissional em todos esses municípios. Por isso, estamos trabalhando para que alguns estudantes optem em trabalhar em outra cidade que não aquela em que ele fez o curso. O esforço tem sido, portanto, no sentido da gente mapear e, ao mesmo tempo atender à demanda de colocação desses jovens nesses locais de trabalho, em todo o estado”.

Segundo o presidente da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), uma das empresas parceiras, Jones Carvalho, receber esses jovens é uma forma de fortalecer a educação profissional. “Eu também já fui aluno da escola técnica e vivi ‘na pele’ a dificuldade de ingressar no mercado de trabalho. E essa oportunidade é também uma garantia de que todo o esforço feito pelo setor público para investir nesses jovens terá efeito, com a garantia que seguirão na profissão que escolheram”.

Para a secretária da Setre, Olívia Santana, a Bahia está na contramão do restante do País. “Em tempos economicamente difíceis como os que temos vivido, estamos oferecendo emprego, criando oportunidades para jovens, muitos negros, de periferia, dos rincões do interior do nosso estado. Isso significa perspectiva para juventude. É política pública de qualidade para o futuro do nosso País. É posicionar esses meninos e meninas no mercado, como capazes que são de assumir suas funções pela formação que receberam”.

 Fonte: ASCOM/SEC

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Ministério da Educação anuncia mudanças no Enem

O Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciaram, na manhã desta quinta-feira, 9, em coletiva de imprensa, as mudanças previstas para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, destacou a importância do debate e das mudanças para o aprimoramento do exame. “Com essas medidas, nós estamos buscando um aperfeiçoamento operacional do exame e deixaremos prontas todas as adequações futuras pelas quais o Enem terá que passar em decorrência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que nós esperamos que esteja pronta este ano”, destacou.

A presidente do Inep, Maria Inês Fini, revelou que um dos pontos fortes da mudança é o reforço na segurança do candidato e do resultado do Enem. “Agora, o participante vai se sentir extremamente confortável por poder realizar a prova identificada. Ele vai realizar a prova com o nome dele e o cartão de resposta também terá sua própria identificação. Isso aumenta muito a segurança de cada participante.”

Confira as mudanças:

Datas – A partir de agora, o Enem – que continuará sendo realizando em dois dias e no formato de provas impressas – passa a ser aplicado em dois domingos seguidos, e não mais em um único fim de semana.

Redação – Também atendendo a milhares de solicitações, a redação passa a ser realizada no primeiro domingo, juntamente com as provas de linguagem, código e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias, com duração de 5 horas e 30 minutos. No segundo domingo serão realizadas as provas de matemática e ciências da natureza e suas tecnologias, com 4 horas e 30 minutos de duração.

Certificação – O Enem deixa de certificar o ensino médio, o que volta a ser feito pelo Exame Nacional de Certificação de Jovens e Adultos (Encceja), que é o exame adequado para esse fim, em uma parceria com estados e municípios.

Segurança – Os participantes receberão cadernos de questões personalizados (identificado com seu nome e número de inscrição), juntamente com os cartões de resposta encartados na prova, com seu nome e número de inscrição. Até 2016, os participantes recebiam o cartão de resposta separado da prova e faziam a identificação com a cor de sua prova. A novidade dos cadernos personalizados reforça a segurança dos quatro cadernos diferentes e identificados por cores.

Atendimento – A aplicação em dois domingos soluciona a situação dos sabatistas, que acessavam o local de prova no mesmo horário dos demais, mas só começavam a responder as questões às 19h. Os participantes que guardam o sábado por questões religiosas, e representaram 76 mil inscrições em 2016, não ficarão mais submetidos ao confinamento de 5 horas.

Outra mudança é em relação ao atendimento especializado. A solicitação de tempo adicional deverá ser feita no ato da inscrição e não mais na hora da prova. As pessoas com deficiência e que, por esse motivo, precisam de tempo extra, terão que inserir um documento comprobatório que motive a solicitação desse atendimento.

Isenção – O Ministério da Educação seguirá concedendo a gratuidade para concluintes do ensino médio de escolas públicas e pessoas contempladas pela Lei 12.799/2013, que dispõe sobre a isenção de pagamento de taxas para inscrição em processos seletivos de ingresso nos cursos das instituições federais de educação superior. Passam a ser beneficiados os cadastrados no CadUnico junto ao Ministério de Desenvolvimento Social e Reforma Agrária.

A comprovação, a partir do Enem 2017, será mais completa. O participante deverá informar, no ato da inscrição, seu número de Identificação Social (NIS). O sistema de inscrição permitirá busca automática. Em situação excepcional, o participante poderá declarar que atende às condições do decreto e da lei que permitem a gratuidade, mas se for verificado que a declaração é inverídica o candidato pode ser eliminado em qualquer etapa do processo. Até 2016, o benefício era concedido mediante autodeclaração e não havia nenhuma verificação da conformidade da informação.

Em 2016, os pagantes representaram 23% (2 milhões) do total de inscritos e 77% dos inscritos não pagaram a taxa. Desses, 59% tiveram a carência deferida por comprovarem baixa renda e 18% por estudarem em escola pública.

Consulta – Disponível de 18 de janeiro a 17 de fevereiro, a consulta pública sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve 601.352 respostas. A população foi consultada sobre três aspectos. A primeira pergunta questionava se a aplicação deveria manter o formato atual, em dois dias, ou ser realizada em apenas um dia, com uma prova de até 100 questões e redação, e 5 horas e 30 minutos de duração. Trinta e seis por cento dos respondentes votaram por prova em um dia, mas a maioria, 63,7%, preferiu a manutenção em dois dias.

A segunda pergunta complementava a anterior ao consultar a população se, caso o exame continuasse sendo aplicado em dois dias, quais deveriam ser essas opções. Quarenta e dois por cento votaram por provas em dois domingo seguidos, 34% por domingo e segunda-feira (que se tornaria um feriado escolar), e 23%, a minoria, votaram pela manutenção das provas no sábado e domingo de um mesmo fim de semana. A terceira questão buscou a opinião dos brasileiros sobre a aplicação do Enem por computador, mas 70% votaram contra.  Também foi dada ao participante a oportunidade de fazer sugestões para o aprimoramento do exame em um texto de, no máximo, 300 caracteres.

Enem 2017

As inscrições para o Enem 2017 serão realizadas entre 8 e 9 de maio. Segundo o MEC as provas estão previstas para os dias 5 e 12 de novembro, dois domingos.  O Enem 2017 terá seu resultado divulgado em 19 de janeiro de 2018 e continuará oferecendo resultados por área de conhecimento, individual de cada participante e da base consolidada para uso nos programas governamentais Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Financiamento Estudantil (Fies) e Universidade para Todos (ProUni), entre outros. Mas não haverá mais resultado do Enem por escola. O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) do ensino médio passará a ser universal e não mais amostral para escolas públicas e privadas. Isso permitirá o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) por escola.

*Com informações do MEC

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Secretaria da Educação integra escola e comunidade para a eleição do Colegiado Escolar

Com o objetivo de aproximar, ainda mais, as famílias da escola e promover a gestão democrática e participativa, a Secretaria da Educação do Estado irá realizar a eleição do Colegiado Escolar para o biênio 2017/2019. A mobilização para o pleito, que acontecerá de 8 a 12 de maio em todas as unidades escolares da rede estadual, já começou. Nesta quinta-feira (23), gestores e presidentes dos colegiados das escolas da área do Núcleo Territorial de Educação Metropolitano de Salvador (NTE 26), participaram de uma formação com a presença do secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro, no Centro Educacional Carneiro Ribeiro – Escola Parque, na capital, envolvendo todas as etapas do processo.

Durante o encontro, Pinheiro destacou a importância do Colegiado Escolar, que é composto pelo diretor da escola e representantes de professores, funcionários, estudantes, pais, mães ou responsáveis, para a melhoria da Educação. “A coisa mais importante desse processo é o envolvimento do Colegiado na gestão, na relação com a Secretaria e na busca de soluções para a Educação em cada unidade escolar. Portanto, mais que um processo eleitoral, eu diria que é um indicador que estamos muito preocupados com a gestão das escolas e o seu desempenho pedagógico. Então, o Colegiado Escolar cumpre um papel importante. Não é um reforço administrativo para o gestor e sim um reforço pedagógico”, afirmou.

Pinheiro destacou, ainda, que este é um momento especial por fomentar o diálogo com toda a comunidade escolar. “Este processo consolidado nos NTEs é fundamental para irmos promovendo uma reaproximação e melhor interação entre escolas, Núcleos e Secretaria, com o objetivo de transformar a sala de aula em algo extremamente agradável”.

O encontro, que reuniu cerca de 600 educadores, foi realizado durante todo o dia. Além da reunião com o secretário, os gestores e presidentes de Colegiados participaram de oficinas, com o objetivo de discutir o passo a passo para a construção do processo, desde a escolha da comissão eleitoral até o fechamento da ata final de votação, que é enviada para a Secretaria da Educação.

“Acho muito importante este encontro para qualificar ainda mais os membros do Colegiado e, assim, o trabalho na escola se torne cada vez mais democrático e participativo”, destacou o diretor do Colégio Estadual Rômulo Almeida, no bairro do Imbuí, Elísio Santos. O diretor da Escola Parque, Gedean Ribeiro, também opinou: “Esta reunião contribuiu para que a comunidade escolar se envolva mais no processo de escolha dos novos membros do Colegiado, fortalecendo a gestão democrática”.

O estudante Lucas Soares, 19 anos, atual presidente do Colegiado Escolar do Colégio Estadual Carlos Marighela, no bairro do Stiep, em Salvador, falou sobre a responsabilidade que assumiu e o fez crescer como estudante e cidadão. “Antes, eu era apenas um aluno que ia à escola para assistir às aulas. Quando assumi o Colegiado, passei a acompanhar de perto a vida do meu colégio e a aproximação com a gestão foi benéfica porque, hoje, os estudantes têm outra concepção sobre o seu papel na unidade. Eles estão mais comprometidos com o bem-estar de todos e cuidam mais do patrimônio que é de todos nós. Estamos, também, mais atentos com o entorno porque cuidar do que é nosso faz bem a todos”.

 Acesse mais fotos relacionadas a esta matéria no Flickr da Secretaria da Educação

Fonte: ASCOM/SEC

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Secretaria da Educação do Estado orienta gestores para validação de frequência estudantil

A Secretaria da Educação do Estado está orientando os gestores das escolas estaduais para que realizem, até o dia 31 de março, a validação da freqüência dos estudantes. O objetivo é identificar e cancelar as matrículas dos estudantes que não possuem frequência no atual ano letivo. A medida, que cumpre o artigo 46, da Portaria nº 9936, de 11 de novembro de 2016, é necessária para

qualificar a base do Censo Escolar da Educação Básica a ser enviada ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC), visando a definição de políticas públicas da Educação.

Todo o processo deve ser realizado através do Sistema de Gestão Escolar (SGE) da Secretaria da Educação do Estado. O SGE é utilizado pelos gestores para manter as informações cadastrais dos alunos e das escolas atualizadas e possibilitar o acompanhamento pelo órgão Central. “O diretor da escola tem autonomia para identificar os estudantes não frequentes respeitando o currículo escolar e a atividade pedagógica da unidade escolar, mas as informações devem estar contidas no SGE, ao qual o diretor possui pleno acesso para que possamos acompanhar esses dados”, explica Marcos Pinho, diretor de Informações Educacionais, da Secretaria da Educação do Estado.

Segundo Marcos Pinho, essa ação busca aumentar a qualidade da informação referente à Educação da rede estadual, evitando equívocos nos índices educacionais e, sobretudo, um melhor repasse de recursos às unidades escolares. “Outro benefício, é termos uma real visão das necessidades das unidades, para o envio devido de recursos”, destaca, ao acrescentar que, a partir de abril, visitas serão realizadas nas escolas, por meio do Comitê de Informações Educacionais, para possíveis atualizações.

Fonte: ASCOM/NTE

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Prorrogado prazo de inscrição para curso de Educação Científica

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia prorrogou, para o dia 29 de março, as inscrições para o curso “Ciência na Escola: Repensando a Prática de Ciência no Ensino Médio. O curso é voltado para professores do Ensino Médio, cujas escolas aderiram ao projeto Ciência na Escola, da Secretaria da Educação do Estado. O objetivo da formação é fortalecer a Educação Científica na Educação Básica, por meio da promoção de projetos de pesquisa a serem desenvolvidos por estudantes e orientados por professores. As inscrições podem ser realizadas pelo Portal da Educação clicando aqui.

As aulas acontecem de 3 de abril a 30 de novembro. São ofertadas 1.080 vagas em todo o Estado, 40 por Territórios de Identidade. O curso, com carga horária de 80h, será dividido entre aulas presenciais e à distância. As aulas presenciais serão realizadas nas sedes dos 27 Núcleos Territoriais de Educação (NTE) e as demais, pelo ambiente virtual do Instituto Anísio Teixeira (IAT). Um dos principais desdobramentos que se espera da formação é a apresentação de projetos de iniciação científica dos estudantes na Feira de Empreendedorismo, Ciência e Inovação da Bahia (FECIBA).

Podem participar docentes com carreira do magistério público do Ensino Médio do Estado da Bahia e que possuem formação acadêmica específica nas áreas de Ciência da Natureza (Física, Química, Biologia e Ciências) e Ciências Humanas (Geografia, História, Sociologia e Filosofia). Além de atuar em alguma escola que aderiu ao Projeto Ciência na Escola, o candidato deve ter disponibilidade para viagens.

A formação visa, ainda, fortalecer os currículos das escolas estaduais por meio da Educação Científica e Empreendedora, Inovações Tecnológicas e a valorização dos docentes, conforme explica a coordenadora geral do Programa Ciência na Escola, Shirley Costa. “Com esta formação, os professores terão os meios necessários para motivar e despertar nos estudantes a curiosidade em identificar e buscar soluções para os problemas de suas comunidades locais”, destaca.

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Dia Mundial da Água é marcado por ações socioambientais nas escolas estaduais

Os estudantes da rede estadual de ensino realizaram, nesta quarta-feira (22), data em que se celebra o Dia Mundial da Água, diversas ações socioambientais. O objetivo é alertar sobre a necessidade do uso consciente e racional dos recursos hídricos, de modo a assegurar os múltiplos usos pelas atuais e futuras gerações. A programação contou com palestras, exposições, poesias, exibição de vídeos, apresentações culturais, caminhadas, aulas de campo e até a adoção de uma fonte.

No município de Angical (846 km de Salvador), a Escola Família Agrícola José Nunes da Mata promoveu uma passeata pelas ruas da cidade com a participação de toda a comunidade escolar e familiares dos estudantes. Já em Conceição do Jacuípe (104 km da capital), os estudantes da Escola Primitiva de Azevedo Moraes adotaram uma fonte situada no fundo da unidade escolar. No local, eles plantaram árvores e irão cuidar do ambiente durante o tempo em que estiverem na escola.

Em Simões Filho (28,8 km de Salvador), 40 estudantes do Colégio Estadual de Aratu e de outras escolas públicas participaram, na Câmara de Vereadores do município, de uma palestra sobre a preservação do Rio Ipitanga e seus afluentes. Eles também tiveram uma aula de campo na Estação Três da Embasa, no Rio Ipitanga, onde empunharam uma faixa “SOS Rio Ipitanga”, alertando sobre os riscos de contaminação das nascentes do rio.

No Colégio Estadual Dr. Francisco Rocha Filho, localizado no município de Abaíra (544 km de Salvador), os estudantes do Ensino Médio fizeram uma dramatização alertando sobre o desperdício da água e apresentaram os dez artigos dos Direitos Universais da Água. Por meio de paródias e cartazes, eles trataram sobre a escassez hídrica. Além disso, elaboraram poemas e realizaram um recital de poesias sobre a temática.

Este é o caso de Guilherme Novais Silva, 16, 3° ano, que escreveu o poema “Retirante”. “O poema trata do processo migratório, no qual o personagem sai de sua terra em busca de água em outra região para poder sobreviver. Esta foi a minha forma de alertar as pessoas sobre a falta de água no mundo e que devemos preservar”, diz o estudante.

Para a professora de Geografia, Selmy Maria Lima, as atividades lúdicas trazem reflexões sobre o assunto. “O foco é evitar o desperdício da água e despertar nos alunos a consciência do uso racional da água para que eles alertem outras pessoas sobre a importância de se economizar água para o bem comum e o futuro do planeta Terra”, explica a educadora.

O Centro Educacional Monteiro Lobato, localizado em Firmino Alves (521 km da capital baiana), desenvolveu atividades relacionadas ao projeto “Água, Fonte de Vida”. Os estudantes assistiram a uma palestra ministrada por técnicos da Embasa e realizaram experimentos científicos com a água. Outros destaques foram as apresentações de dança, teatro, declamação de poesias, além da exibição de painéis e vídeos produzidos pelos estudantes.

O estudante Pedro Lucas Céo Souza, 14, do 1° ano, apresentou slides com gráficos sobre o consumo de água no mundo, no Brasil e na Bahia. Além disso, declamou sua poesia “Vamos salvar o meio ambiente”. “Fiz este poema para mostrar a realidade, porque cada dia que passa a água está mais escassa e este é o meu alerta”, esclarece.

 Fonte: ASCOM/SEC

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Inscrições para Olimpíada Nacional em História do Brasil

Estão abertas as inscrições para a 9ª edição da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), projeto desenvolvido pelo Departamento de História da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). A primeira etapa da inscrição (com valor menor) segue até 26 de março. A segunda fase termina em 28 de abril – ou até atingir o limite de interessados.

A ONHB tem um formato totalmente original e é aberto para professores de História e alunos dos ensinos Fundamental (8º e 9º anos) e Médio (todos os anos) de escolas públicas e particulares.

Em 2016, a Olimpíada reuniu 42,7 mil alunos de cidades em todos os estados brasileiros, com participação expressiva da região Nordeste. Neste ano, a expectativa da organização da ONHB é que o número de inscritos seja ainda maior e supere 2016.

Como funciona?

A Olimpíada é composta por cinco fases realizadas de forma online pelas equipes formadas por um professor de História de três alunos. Cada fase dura uma semana. As respostas (questões de múltipla escolha e realização de tarefas) podem ser elaboradas pelos participantes por meio de debate com os colegas, pesquisa em livros, internet e orientação do professor.

Após as fases online, as equipes finalistas participam da grande final de presencial, que será realizada na Unicamp, em Campinas-SP, nos dias 19 e 20 de agosto. Na final, as equipes realizam uma prova dissertativa e, no dia seguinte, participam da premiação com entrega de medalhas.

“A ONHB tem uma proposta totalmente inovadora. Além do principal objetivo que é promover o ensino de História, tem como proposta incentivar o desenvolvimento da análise crítica e discussões sobre os mais variados assuntos, por meio de pesquisa, da busca por informações, textos, imagens e mapas. A participação também permite o envolvimento com os colegas e com o professor”, explica a coordenadora da ONHB, Cristina Meneguello.

A primeira fase terá início dia 8 de maio, finalizando a quinta etapa em 10 de junho. Após as cinco etapas, no mínimo 200 equipes (800 participantes) são classificadas para a final presencial.

 

Abertas inscrições para curso de Educação Fiscal

inscricao-do-enem-no-colegio-mestre-paulo-dos-anjos-039Estão abertas, até o dia 26 de março, as inscrições para o curso de Disseminadores de Educação Fiscal (DEF). O curso, que tem o objetivo de promover a formação de disseminadores sobre a temática, é parte integrante do Programa Nacional de Educação Fiscal e será ofertado na modalidade à distância, na plataforma da Escola Virtual de Administração Fazendária (ESAF), do Ministério da Fazenda, em parceria com as secretarias estaduais da Educação e da Fazenda.

O curso, que será realizado entre 3 de abril e 4 de junho, é destinado a professores da rede pública estadual, servidores públicos, universitários e à sociedade em geral. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível em http://limesurvey.sefaz.ba.gov.br/index.php?sid=86624 . As vagas são limitadas e o principal critério de participação é a ordem de inscrição.

Com uma duração de 120 horas, o curso de Disseminadores de Educação Fiscal se dividirá em cinco módulos: Educação Fiscal no Contexto Social, Relação Estado e Sociedade, Função Social dos Tributos, Gestão Democrática dos Recursos Públicos e Elaboração de Projeto Pedagógico ou Plano de Ação. Durante a realização das atividades à distância, os cursistas contarão com o apoio de um tutor para esclarecimento de dúvidas, fomentação de debates nos fóruns, acompanhamento da aprendizagem, manutenção da motivação, estímulo à troca de experiências e interatividade entre os participantes.

O coordenador de Educação Ambiental e Saúde da Secretaria da Educação do Estado e articulador do curso, Fábio Barbosa, destaca que o curso apresenta conteúdos estratégicos para serem trabalhados em sala de aula.

“O curso é importante porque os conhecimentos sobre a função social dos tributos asseguram a capacidade do exercício da cidadania, vinculada ao desenvolvimento econômico do Estado, e a distribuição justa dos recursos públicos”, pontua, ao acrescentar que “estes conhecimentos deverão ser vivenciados nos estabelecimentos de ensino como tema social contemporâneo, inseridos no projeto político-pedagógico das escolas e trabalhados de forma integrada aos conteúdos programáticos dos componentes curriculares”.

Mais informações: 
Secretaria da Fazenda (71) 3115-5078
Secretaria da Educação (71) 3115-8952
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Estado mobiliza gestores escolares para ampliar o alcance do Programa Primeiro Emprego

A Secretaria da Educação do Estado realizou, nesta sexta-feira (17), no auditório da sede, um seminário sobre o Programa Primeiro Emprego, com gestores dos Centros Estaduais de Educação Profissional e unidades escolares compartilhadas, do Núcleo Territorial de Educação Metropolitano de Salvador (NTE 26). O encontro contou com as presenças do secretário da Educação, Walter Pinheiro, e da secretária do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Olívia Santana.

O objetivo é mobilizar os gestores para alcançar o maior número de estudantes dos cursos técnicos de nível médio e egressos formados pela rede Estadual de Educação Profissional, com o programa Primeiro Emprego. Para participar do programa e ter a primeira experiência profissional, com carteira assinada, os estudantes que estão concluindo os cursos técnicos de nível médio e egressos, até 2015, da rede estadual de Educação Profissional, devem se inscrever no Portal da Educação, disponibilizando dados como telefone, e-mail e endereço. A outra alternativa para se cadastrar é ir direto na unidade escolar onde está matriculado ou concluiu o curso técnico de nível médio.

No seminário, o secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro, falou sobre a importância do envolvimento dos gestores neste processo. “Essa oportunidade tem que ser difundida nas unidades para que os alunos possam ingressar no mercado de trabalho assim que preencherem todos os requisitos”, afirmou, ao destacar que este diálogo com os gestores é fundamental, também, para a reestruturação da oferta e dos próprios Centros de Educação Profissional.  “Com o planejamento do Programa Primeiro Emprego tivemos a oportunidade de conhecer quem é o estudante da rede e quais as necessidades territoriais dos centros. Por isso, temos que ficar atentos para melhorar a formação dos estudantes e oferecer cursos que supram as demandas territoriais para melhorar a capacitação dos estudantes”, afirmou.

Sobre o primeiro emprego

O programa é promovido pelo Governo do Estado e representa uma ação social de combate ao desemprego dos jovens. Além da oportunidade de trabalho, também melhora o aprendizado, pois o preenchimento das vagas depende do desempenho escolar dos estudantes. Eles são selecionados por curso e município com base num ranking, de acordo com a performance escolar durante a formação profissional. A meta do programa é oferecer 9 mil vagas até 2018. Até agora, quase quatro mil jovens já foram convocados.

Foto: Claudionor Jr. – Ascom/Educação

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Abertas inscrições para auxílio permanência a estudantes das universidades estaduais

Estudantes das universidades estaduais da Bahia têm até o dia 31 de março para se inscrever no Programa Mais Futuro pelo endereço.  A iniciativa promove o Projeto Estadual de Auxílio Permanência, do Governo do Estado, que é destinado a alunos em condições de vulnerabilidade socioeconômica das quatro universidades estaduais da Bahia (UESC, UESB, UEFS e UNEB). O objetivo é apoiar os estudantes na continuidade dos estudos, evitando o abandono do curso e contribuindo para que concluam suas graduações.

“A meta é beneficiar nove mil estudantes universitários com auxílio permanência e estágio, em investimentos que chegarão a R$ 50 milhões até o fim de 2018”, afirma o secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro. O secretário explica que para ter acesso ao benefício, o estudante deve estar inserido em alguns critérios, como possuir registro, individual ou familiar no Cadastro Centralizado de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); possuir renda familiar per capita mensal não superior a meio salário mínimo; possuir renda familiar total mensal de até três salários mínimos e não ter nenhum vínculo empregatício.

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O estudante do Curso de Jogos Digitais, Gildevan Dias, da UNEB, em Salvador, está na expectativa de ser beneficiado. O ex-aluno do Colégio Estadual de Monte Gordo, no município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, trabalhava como vendedor ambulante com a mãe e, ao fazer o primeiro semestre na UNEB, diz que a bolsa será fundamental para que ele realize o sonho da graduação que é esperado por toda a família.

“Estou muito confiante de receber este auxílio. Vai poder me ajudar no transporte e nos custos de estar em uma faculdade, em Salvador. Eu trabalhava como vendedor ambulante com a minha mãe, mas, no momento, estou contando com ajuda de irmãos e amigos para permanecer aqui. Fico feliz com este suporte do Governo, já que tive a chance de participar do curso Universidade Para Todos e fui aceito na UNEB, por meio do Sistema de Seleção Unificada (SISU)”, contou Gildevan.

Os estudantes beneficiados receberão o Auxílio Permanência nos primeiros 2/3 do período de duração total do curso, tendo a opção e a prioridade para ingressar na segunda parte do projeto vinculado a um estágio de nível superior no último 1/3 de duração de curso.  Os auxílios serão divididos em três tipos: Básico – valor mensal de R$ 300 para estudantes que residem no município sede do campus ou até 100 Km de distância; Moradia – valor mensal de R$ 600 para estudantes que residam a mais de 100 Km do município sede do campus e Complementar – valor mensal para estudante que já tenha benefício de outra bolsa, mas esteja abaixo do teto máximo estabelecido.

Fonte: ASCOM/SEC

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